Sobre fundo branco, dispostas na vertical no canto inferior esquerdo “LINHA DA CULTURA” em letras garrafais na cor preta exceto a palavra “DA” em cinza. Ao lado, uma grande seta apontada para baixo, parte do logotipo do Metrô, preenchida por imagem um coração com as cores em diagonal da bandeira LGBT com headphones ilustrado em preto. À direita da imagem “Audiolivros: ANDAR COM AMOR EU VOU”. Abaixo “Realização: Tocalivros e Linha da Cultura”.

 

Para ir e vir, como bem entender, com respeito e amor-próprio. E para acompanhar esse mês de muito orgulho, o Clube Digital de Leitura, da Tocalivros, separou dois audiolivros que para onde for o direito de ocupar qualquer espaço e trabalho é para todos. Embarque nessas histórias, basta baixar e ouvir gratuitamente.

Clique na imagem abaixo e utilize o voucher COMAMOR para ter acesso gratuito aos audiolivros: “Vozes transcendentes na música brasileira, de Larissa Ibúmi Moreira" e "Bicha: homofobia estrutural no futebol, de João Abel".

cartaz

 
Sobre os livros:
bicha
 
BICHA: HOMOFOBIA ESTRUTURAL NO FUTEBOL
João Abel
 
O futebol é uma manifestação cultural. Mas onde estão os LGBTs no futebol? 
'BICHA' é um livro que analisa o cenário de homofobia no esporte mais popular do país e a luta de pessoas que querem mudar essa realidade: sejam elas jogadores profissionais, torcedores ou atletas amadores. 
Na obra, estão histórias de resistência como a do primeiro jogador a assumir a homossexualidade na Inglaterra dos anos 1980, a torcida gay que enfrentou o preconceito nos tempos de ditadura militar e o primeiro time de homens transexuais do Brasil.
 
 
 
 
 

 

vozes

VOZES TRANSCENDENTES NA MÚSICA BRASILEIRA

Larissa Ibúmi Moreira

"Desde Liniker, passando por Johnny Hooker, as Bahias e a Cozinha Mineira, Linn da Quebrada, Rico Dalasam, Luana Hansen e outros artistas com grande destaque, o cenário musical LGBTQI nunca esteve mais em evidência. Porém, o entretenimento não é o único objetivo desses artistas ao subir nos palcos. Suas letras, seus gestos e atitudes vêm em defesa de algo muito maior: o respeito às questões de gênero. Nesta coletânea de entrevistas, o leitor poderá mergulhar no universo desses artistas e conhecer as nuances da fama, as dificuldades, preconceitos e barreiras que eles enfrentaram para conseguir chegar ao mercado massivo da música brasileira. A função do artista é questionar seu tempo, usar sua arte e o espaço que lhe é concedido para agregar em questões como o preconceito, em todas as suas vertentes, cravar minha bandeira no coração dos machistas, lutar pela liberdade sexual, liberdade de expressão, uma nação livre é uma nação feliz! Encorajar as mulheres, gays e negros a seguir em frente apesar das adversidades. Se eu tivesse poder eu curaria a mentalidade dos que nos oprimem. Tenho em meu coro vozes de grandes artistas da nova geração que perpetuarão a minha luta! Eles também me representam, assim como eu a eles. Com cabeça erguida, coluna ereta e orgulho no peito sigamos em frente!" Elza Soares